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Mostrando postagens de setembro, 2022

Ao historiador

Story O interesse tácito, o interesse disfarçado. Visualizava seus stories. Visualizava os stories que ele me marcou. Na penumbra do anoitecer, sem o ter, Pensava nas possibilidades. Escrevia, reescrevia possíveis directs. Não os enviei, talvez não o surpreenderiam. Na descrença idealizada: – Não há compatibilidade entre nós. Notificação no meu direct. Ele? Não, uma página, uma organização acadêmica. Aproveitando o feito, observando o feed. Uma nova foto carregada. Um novo story. Um comentário. Uma (re)volução: Emiliano Zapata? Um total desconhecido. O desconhecido é provocativo, é excitante, é estimulante. Não criei expectativas na nossa primeira conversa. Carismático, característica que aprecio. Receptivo ao ponto de me fazer ficar ali, lendo, escrevendo. O desconhecido é provocativo, é excitante, é estimulante. Incrível, fomos capazes de unir duas forças: O desejo e o conhecimento. Talvez tenha sido assim na Grécia. Laissez-faire, democrata social. Humil...

Luz ao mundo

Minha vida é cinza, cinza como o barro. Acreditar na educação é o que traz cor ao meu mundo, embora todos tentem me fazer acreditar o contrário. Perco tempo, ou talvez não o tenha. Não o tenho porque me preocupo demais com o que dizem, com o que pensam. O branco é meu refúgio. O preto traz legibilidade ao que escrevo sobre o branco; ao escrever, eu me abstenho do cinza. Ou espanto ou ignoro, mas não posso dar ouvidos a ele. Quando me perco, esqueço da aquarela, aquarela que colore o meu mundo. Tento contemplar o cinza, mas ele não é contemplável. O cinza é a vaidade, é o sonho alheio, é o princípio de outro. É tudo o que querem que eu seja. Quando penso na educação, a cor me invade, e o cinza desaparece. O conhecimento traz luz ao meu mundo. Sou luz quando o compartilho.